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José (Zeca) Afonso, EU VOU SER COMO A TOUPEIRA

Fornecedor: Movieplay
Tipo: CD

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Gravadas em 1972, durante a “Primavera Marcelista”, todas as cantigas de Eu vou ser como a Toupeira tiveram que previamente passar pelos crivos da censura.
A Morte saiu à rua, em que José Afonso, nas entrelinhas, retratava a morte, pela PIDE, do pintor Dias Coelho esteve quase para não ser autorizada e assim pôr em causa todo o disco. Acabou por ser autorizada pois as malhas da censura, que apertavam o que queriam, não apertavam, no entanto, tanto quanto podiam e o facto de o Zeca não ser totalmente proibido de gravar também interessava à censura.

Recorded in 1972, during the “Primavera Marcelista”, all the ballads of Eu Vou Ser Como a Toupeira had to, previously, pass by the sieves of the censorship.
The song A Morte Saiu à Rua, in witch José Afonso, in the implied sense, portrayed the assassination by PIDE (political police) of the painter Dias Coelho, was almost unauthorized and, like this, completely compromise all the work. It ended for being authorized because the meshes of the censorship, that pressed what wanted, they didn’t press, however, as much as they were able to and the fact of zeca was not totally forbidden of recording also interested to the censorship

1. A Morte saiu à rua, 2. Fui à beira do mar, 3. Sete fadas me fadaram, 4. Ó minha amora madura, 5. O avô cavernoso, 6. Ó Ti Alves, 7. No comboio descendente, 8. Eu vou ser como a toupeira, 9. É para a urga, 10. Por trás daquela janela

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